10/11/2008

Fomos investigar... o S. Martinho

Como já estamos no S. Martinho e queríamos saber mais coisas sobre este santo, fomos investigar com a ajuda da nossa professora.

Descobrimos que, Martinho nasceu numa terra chamada Panônia (Agora é a Hungria), há muito tempo no ano 316. Pertencia a uma família pagã e o seu pai era comandante do exército romano.

clip_image002Com 15 anos entrou para o exército romano, tendo chegado a ser Cavaleiro da Guarda Imperial.

Com vinte e dois anos já estava baptizado e tornou-se monge. Mais tarde, foi bispo durante vinte e cinco anos.

Morreu quando tinha 81 anos, na cidade de Candes, no dia 8 de Novembro de 397. A sua festa é comemorada no dia 11, data em que foi sepultado na cidade de Tours em França.

Todos já ouvimos falar na lenda de S. Martinho, quando ele, num dia de tempestade e muito frio, ajudou um pobrezinho dando-lhe metade da sua capa; mas há muitos outros milagres ligados a S. Martinho. Parece que era um Santo muito bondoso e amigo de ajudar os necessitados.

Também descobrimos que S. Martinho é santo patrono dos alfaiates, dos cavaleiros, dos pedintes, dos restauradores (hoteis, pensões, restaurantes), dos produtores do vinho e dos alcoólicos reformados, dos soldados e dos cavalos.

Alunos da E.B. 1 de Carpinteiro

ACTIVIDADES MATEMÁTICAS

 image image image image

Joaquim Pinharanda

07/11/2008

PROJECTO: BRIGADAS DE CARBONO


“Brigadas de Carbono” – (Um projecto da DECO) percorrendo as escolas do primeiro ciclo do Agrupamento de Escolas da Sequeira - Guarda

As alterações climáticas são hoje um dos problemas ambientais que mais preocupam a sociedade. O aumento das concentrações de dióxido de carbono e de outros gases provocam alterações no clima é o chamado aquecimento global que desencadeia fenómenos meteorológicos extremos, secas, inundações e furacões com perdas e consequências na saúde pública. Os efeitos das alterações já se começam a sentir…A solução para o problema passa pela utilização de fontes de energia renováveis para a produção de energia eléctrica. Há que fazer alguma coisa!....
As escolas são o lugar privilegiado de aprendizagem, aquisição de valores e promoção de comportamentos.
O material pedagógico “A brincar, a brincar, energia eléctrica, aprendemos a poupar” foi criado com o objectivo sensibilizar a comunidade educativa para a necessidade de se promoverem práticas educativas capazes de alterar os comportamentos ao nível do consumo de energia eléctrica.
Nesta actividade estiveram envolvidos os alunos e professores das escolas do 1º ciclo do Agrupamento de Escolas da Sequeira - Guarda. Foram abrangidos aproximadamente 268 alunos e 24 professores no projecto.
As sessões decorreram nos dias 6, 7 e 8 de Outubro orientadas por técnicas especializadas, engenheiras ambientais, da DECO de Coimbra.
As três primeiras sessões decorreram na E B 1 de Outeiro de S. Miguel para os alunos da Sequeira, Outeiro de S. Miguel, Maçaínhas, Pêra do Moço e Rapoula.
No segundo dia houve duas sessões que decorreram na E B 1 de Sequeira para os alunos da Sequeira, Arrifana, Casal de Cinza, Carpinteiro e Castanheira.
No último dia uma das sessões decorreu na E B 1 de Trinta para os alunos de Trinta, Videmonte e Meios, a outra foi na EB1 de Rochoso para os alunos das duas escolas da localidade.
Os alunos participaram com agrado nesta actividade.
Os materiais educativos envolvidos foram uma mais valia proporcionando estratégias pedagógicas sobre temas actuais, contribuindo assim para a formação de alunos esclarecidos, tolerantes, críticos e interventivos. São promotores da transversalidade de aprendizagem, uma vez que são apresentadas propostas de actividades de forma lúdica e interactiva, onde se interagem várias áreas (Ciências, Língua Portuguesa, Matemática, Formação Cívica e Área de Projecto).
É importante envolver os alunos neste tipo de acções de sensibilização pois, quando bem informados, constituem uma importante influência junto das famílias e da comunidade.

Profª. Lurdes Gonçalves
EB1 C. T. J. M. José - Rochoso

06/11/2008

BRUXINHA

Voa Bruxinha sem parar

Montada na vassourinha

Ela é muito marota

Ninguém a consegue parar

 

Eu já vi aquela Bruxinha

A voar pelo ar

Aquela grande Bruxinha

Foi cair ao mar.

 

clip_image002

2º A – EB1 da Sequeira

31/10/2008

LENDA DE SÃO MARTINHO

MARIA CASTANHA

O céu estava cinzento e quase nunca aparecia o sol, mas enquanto não chovia os meninos iam brincar para o jardim.
Um jardim muito grande e bonito, com uma grade pintada de verde toda em volta, de modo que não havia perigo de os automóveis entrarem e atropelaremos meninos que corriam e brincavam à vontade, de muitas maneiras: uns andavam nos baloiços e nos escorregas, outros deitavam pão aos patos do lago, outros metiam os pés por entre as folhas secas e faziam-nas estalar – crac,crac - debaixo das botas, outros corriam de braços abertos atrás dos pombos, que se levantavam e fugiam, também de asas abertas.
Era bom ir ao jardim. E mesmo sem haver sol, os meninos sentiam os pés quentinhos e ficavam com as bochechas encarnadas de tanto correr e saltar.
Uma vez apareceu no jardim uma menina diferente: não tinha bochechas encarnadas, mas uma carinha redonda, castanha, com dois grandes olhos escuros e brilhantes.
- Como te chamas? – perguntaram-lhe.
- Maria. Às vezes chamam-me Maria Castanha .
- Que engraçado, Maria Castanha! Queres brincar?
- Quero.
Foram brincar ao jogo do apanhar.
A Maria Castanha corria mais do que todos.
- Quem me apanha? Ninguém me apanha!
- Ninguém apanha a Maria Castanha!
Ela corria tanto. Corria tanto que nem viu o carrinho do vendedor de castanhas que estava à porta do jardim, e foi de encontro a ele.
Pimba!
O saco das castanhas caiu e espalhou-as todas à reboleta pelo chão.
A Maria Castanha caiu também e ficou sentada no meio das castanhas.
- Ah. Minha atrevida! – gritou o vendedor de castanhas todo zangado.
- Foi sem querer – explicaram os outros meninos.
- Eu ajudo a apanhar tudo – disse Maria Castanha, de joelhos a apanhar as castanhas caídas.
E os outros ajudaram também.
Pronto. Ficaram as castanhas apanhadas num instante.
- Onde estão os teus pais? – perguntou o vendedor de castanhas à Maria Castanha.
- Foram à procura de emprego.
- E tu?
- Vinha à procura de amigos.
- Já encontraste: nós somos teus amigos – disseram os meninos.
- Eu também sou – disse o vendedor de castanhas.
E pôs as mãos nos cabelos da Maria Castanha, que eram frisados e fofinhos como a lã dos carneirinhos novos.
Depois, disse:
- Quando os amigos se encontram é costume fazer uma festa. Vamos fazer uma festa de castanhas. Gostam de castanhas?
- Gostamos! Gostamos! – gritaram os meninos.
- Não sei. Nunca comi castanhas, na minha terra não há – disse Maria Castanha.
- Pois vais saber como é bom.
E o vendedor deitou castanhas e sal dentro do assador e pô-lo em cima do lume.
Dali a pouco as castanhas estalavam… Tau! Tau!
- Ai, são tiros? – assustou-se a Maria Castanha, porque vinha de uma terra onde havia guerra.
- Não tenhas medo. São castanhas a estalar com o calor.
Do assador subiu um fumozinho azul-claro a cheirar bem.
E azuis eram agora as castanhas assadas e muito quentes que o vendedor deu à Maria Castanha e aos seus amigos.
- É bom é – ria-se Maria Castanha a trincar as castanhas assadas.
- Se me queres ajudar podes comer castanhas todos os dias. Sabes fazer cartuchos de papel?
A Maria Castanha não sabia mas aprendeu.
É ela quem enrola o papel de jornal para fazer os cartuchinhos onde o vendedor mete as castanhas que vende aos fregueses à porta do jardim

HISTÓRIA DA MARIA CASTANHA